20/01/2011

80 anos de Buzz Aldrin





Buzz Aldrin,[1] nascido Edwin Eugene Aldrin Jr. (Nova Jérsei, 20 de janeiro de 1930), é um ex-astronauta norte-americano, ex-coronel e piloto da Força Aérea dos Estados Unidos. Foi o segundo homem a pisar na Lua, em 20 de julho de 1969, como tripulante do módulo lunar Eagle da missão Apollo 11, a primeira a pousar no satélite.

Com uma persona muito mais pública do que seu companheiro de missão Neil Armstrong, um homem extremamente reservado, que fugiu dos holofotes da fama mundial após o histórico voo para ser professor de engenharia em seu Estado natal, Aldrin deixou a NASA após o passeio lunar, voltou à Força Aérea num cargo gerencial e passou a fazer palestras em todo o mundo promovendo a exploração espacial. Extrovertido, bem-humorado, culto — mas de pavio curto — dublou a si próprio em séries da televisão americana como Os Simpsons e da televisão inglesa, interpretou um reverendo num filme para a televisão sobre a Apollo 11 e confessou em sua autobiografia ter tido vários problemas de depressão e alcoolismo em seus anos pós-Apollo 11, o que contribuiu para sua aposentadoria da USAF.

Buzz dá nome a uma cratera na Lua, localizada perto do ponto de pouso da Apollo 11, e a um asteróide (o 6470 Aldrin); além disso, tem uma estrela com seu nome na Calçada da Fama de Hollywood.

Durante os meses que antecederam a missão e já escalado para o voo pioneiro e sabendo que Neil Armstrong seria o comandante do voo histórico (e, portanto, o primeiro a pisar na Lua), Aldrin, um homem voluntarioso, bem-humorado e de personalidade intensa, tentou de todo jeito, sem sucesso, com seus amigos que trabalhavam na direção do Programa Apollo e na organização da missão, arrumar um esquema de troca de lugares dentro do módulo na hora da saída, com qualquer justificativa técnica que servisse, para que fosse ele, e não Armstrong, o primeiro homem a descer do Eagle e pisar na Lua.[carece de fontes?]

Tecnicamente, Armstrong era o menos importante na missão. Sua função era indicar se tudo estava certo para que Aldrin conseguisse colocar os pés na Lua. Uma vez que Buzz era o piloto do módulo lunar, se algo ocorresse fora do padrão esperado, Neil Armstrong não conseguiria voltar. Collins ficou no espaço e tinha uma função de extrema importância: pilotar a nave que os traria de volta para a Terra.[4]

Após o pouso lunar, "Buzz", presbiteriano fervoroso, retirou de um estojo que carregava os elementos para a Santa Ceia e comungou. Nesse período, a NASA ainda estava combatendo uma ação judicial trazida pelo ateu Madalyn Murray O'Hair (que havia objetado que os astronautas da Apollo 8 lessem uma passagem do livro bíblico de Gênesis), que exigia que os astronautas refreassem suas atividades religiosas enquanto estivessem no espaço. Assim, Aldrin evitou mencionar esse assunto. Manteve seu plano em segredo, até mesmo para sua esposa, e não o comentou publicamente por vários anos. Nesse período, Aldrin era presbítero na Webster Presbyterian Church, uma igreja presbiteriana em Webster, no Texas. O estojo usado na comunhão foi preparado por seu pastor, o Rev. Dean Woodruff. Aldrin descreveu sua comunhão na Lua e o envolvimento de seu pastor com ela na edição de outubro de 1970 da revista Guideposts e em seu livro "Return to Earth". A Webster Presbyterian Church ainda possui o cálice utilizado por Aldrin na Lua e comemora a Santa Ceia lunar todos os anos no domingo mais próximo de 20 de julho.[5]

19/01/2011

Não contarei para nimguem Sheldon


Fórmula para ser herói


Música para quando estou doente

presciso muito de um desses

Stan Lee na calçada da fama




Foi noticiado no dia 5 de janeiro desse ano que Stan Lee, editor e escritor de quadrinhos, que fez carreira na Marvel Comics, ganhou uma estrela na Calçada da Fama. E, não há como negar, Stan Lee é um showman. Uma celebridade do mundo dos quadrinhos que, com suas aparições-relâmpago, nos filmes baseados no quadrinhos Marvel, acabou se tornando conhecido do grande público. Isso, sem falar em aparições em filmes e seriados de temática nerd, envolvendo quadrinhos, ou não, como na aclamada série The Big Bang Theory.

Stan Lee é a cara dos quadrinhos Marvel. Deixando de lado toda polêmica, Stan Lee criou (ou co-criou) personagens que se tornaram parte da mitologia dos super-heróis, que já existia há uns 25 anos, antes dele aparecer no cenário editorial. Como uma verdadeira máquina, criou dezenas de personagens que impulsionaram a editora cambaleante, que perdia terreno para a DC Comics cada vez mais.

Enquanto a editora rival não tinha um rosto com quem os leitores pudessem "conversar", Stan Lee se tornou, rapidamente, o porta-voz do nerd sedento por mais e mais quadrinhos. Em suas seções de cartas respodia aos leitores e inventava bordões, que logo se tornaram sua marca registrada.

Nos documentários em que aparece, faz questão de contar como seu começo foi humilde na editora, e de como criava personagens terríveis, que nunca faziam sucesso, até que, com sua parceria com Jack Kirby, ao criar o Quarteto Fantástico, não parou mais: Hulk, Homem-Aranha, Thor, Homem de Ferro e a revitalização de personagens esquecidos como Namor e Capitão América.


A impressão que se tem, quando se vê Stan Lee, é que ele está sempre de bom humor. Perguntado por Kevin Smith, em um documentário, porque os produtores do antigo seriado do Incrível Hulk trocaram o nome de Bruce Banner para David Banner, Stan respondeu sem pestanejar: - Disseram que Bruce era um nome muito gay.

Incansável, se envolvia na produção de séries, desenhos animados e filmes. Quando os filmes baseados nos quadrinhos Marvel começaram a fazer sucesso de verdade, Stan Lee estava lá, salvando uma criança em Homem-Aranha ou sendo o porteiro em Quarteto Fantástico.


Stan Lee é um cara tão bacana que até mesmo a DC Comics, sua "rival", o contratou para reformular seus principais personagens num estilo "Marvel Way". Não se fez de rogado (nossa, alguém escreve isso hoje em dia?) e refez Super-Homem, Batman, Mulher-Maravilha e cia., na série Stan Lee Imagine.

Também já criou uma personagem com Pamela Anderson, chamada Striperella, para um desenho animado em que a atriz fazia a voz da protagonista. Já foi apresentador de um reality show com... super-heróis. Certa vez vi um episódio e, nossa, Stan Lee consegue vencer até mesmo a vergonha alheia. O cara tem superpoderes. E, em breve, estará em todos os bons sites de download um documentário sobre esta lenda viva dos quadrinhos: With Great Power... The Stan Lee Story.

Stan será lembrado junto com todos os grandes criadores, Jerry Siegel, Joe Shuster, Bob Kane, Jack Kirby, Steve Ditko e tantos outros. Porém, seu comprometimento e sua inabalável capacidade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo, fará com que seja sempre lembrado com mais prontidão. Ele merece mais que uma estrela, merece uma calçada inteira!

10 coisas que aprendi lendo HQ's





01 - Radiação é legal: você pode ser picados por aranhas radioativas, ser abalroado (uia!) por isótopos enquanto salva cegos ou levar uma dose cavalar de raios gama, que, sim, você vai apenas ganhar superpoderes. Infelizmente, com a queda da União Soviética e o fim da Guerra Fria, isso não é mais tão comum como antes.

02 - Quanto mais ridícula a roupa, mais forte você é: se vestir de morcego ou de aranha é perfeitamente normal, e ninguém vai rir de você. Andar de colant é da hora. E as mulheres podem lutar usando fio dental que nada incomoda e os homens - mesmo os heteros - não olham, nem fazem piadinhas (com exceção do Guy Garder). Agora, se você for fodão mesmo, tiver superforça, supersopro, visão de raio-x, visão de calor, você pode usar a cueca por cima da roupa de ginástica tranquilo. Afinal, quem vai ser o doido de mexer contigo?

03 - Dialogar no meio de uma luta, é algo produtivo: certo, conversando é que a gente se entende. Então se, mesmo assim, você tiver que partir pra porrada, continue conversando. Se você é o vilão, pode até contar todo seu plano maligno enquando baixa o cacete no super-herói. Já, o super-herói se preocupa mais em descrever exatamente o que ele está fazendo (ou vai fazer), mesmo que estejamos vendo!

04 - Por mais superpoder que você tenha, sempre será um incompetente: afinal, a fome no mundo não acaba, os corruptos continuam roubando, os heróis conseguem isolar o vírus skrull que transformava as pessoas em clones do Tiririca, mas, curar o câncer que é bom, ninguém consegue. Fazer o professor Xavier andar, o Matt Murdock enxergar ou bolar uma dieta decente para o Rei do Crime.... NINGUÉM CONSEGUE!

05 - Morrer é passageiro: não, não tô falando de ir para o céu, nem de voltar como lagartixa, ou coisas assim. Você volta como você mesmo e, às vezes, nem precisa ser super-herói, não. Se algo explode com você dentro, provavelmente você conseguiu sair no último minuto, e a onda de choque não mata ninguém. Mesmo que o Darkseid e Thanos te desintegrem, ou você morra de câncer, você pode voltar. A única coisa que pode matar definitivamente se chama "queda de vendagem".

06 - A ufologia é uma profissão falida: no mundo dos super-heróis não existem ufólogos. Pra quê? Todo mundo sabe que o Super-Homem é um alien, o Caçador de Marte, e a cada quinze dias a Terra sofre uma mega-invasão alienígena. Quem precisa de caras que se empenham em provar que aliens existem? Quem precisa de suas fotos borradas e de suas autópsias em bonecos de borracha?

07 - Você pode ter 70 ou 75 anos, mas sempre com corpinho de 35: tudo bem que alguns super-heróis não envelhecem como os seres humanos normais, mas isso se estende às namoradas, amigos e etc. E se têm filhos, o coitado pode acabar sofrendo de nanismo e não crescer nunca.

08 - 99% dos super-heróis se encontram nos Estados Unidos: os outros países não têm capacidade de produzir tantos super-heróis, mesmo os desenvolvidos. Os EUA parece deter algum tipo de elixir mágico, semelhante ao que os gauleses possuiam. E, se o herói for brasileiro, inevitavelmente ele terá um nome mexicano. É uma espécie de efeito colateral dos poderes que ele ganhou.

09 - Os heróis sempre vencem: tenho que dar o braço a torcer, os vilões ganham no quesito perseverança. Os caras sabem que já entram pra perder, mesmo assim eles vão lá. Juntam 3, 4, 5, 20, 40 vilões e mesmo assim, eles perdem! Também se morrer, voltam. Se forem presos, escapam no dia seguinte. O Asilo Arkham tem o pior sistema de segurança do mundo. Talvez isso incentive os vilões a continuarem. Ou, talvez eles apenas gostem de ouvir os heróis dizerem "Você vai apodrecer na prisão". Não, não vai.

10 - Leis da Física é para os fracos - Você pode voar sem nenhuma explicação lógica (você já usa a cueca por cima da calça mesmo); pode aumentar e diminuir de tamanho sem que se diga de onde vem e para onde vai a massa; você pode correr a milhares de quilômetros por hora, sem criar atrito com o ar; e você pode ser desenhado pelo Rob Liefeld, que viola as Leis da Física and do bom senso.

29 anos da morte de Elis Regina




Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de março de 1945 – São Paulo, 19 de janeiro de 1982) foi uma cantora brasileira. De morte trágica e prematura, deixou vasta e brilhante obra na música popular brasileira. A discografia apresenta mais de 35 títulos. Vinícius de Moraes apelidou-a de Pimentinha.

Causando grande comoção nacional, faleceu aos 36 anos de idade em 19 de janeiro de 1982(veja a notícia no Jornal do Brasil), devido a complicações decorrentes de uma overdose de cocaína, tranquilizantes e bebida alcoólica. Foi sepultada no Cemitério do Morumbi.

Choram Marias e Clarices… Chora a nossa pátria mãe gentil. Em busca de um sol maior, Elis Regina embarcou num brilhante trem azul, deixando conosco a eternidade de seu canto pelas coisas e pela gente de nossa terra. E uma imensa saudade.
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Elis é mãe de João Marcelo Bôscoli, filho do casamento com o músico Ronaldo Bôscoli, e de Pedro Camargo Mariano e Maria Rita, filhos do pianista César Camargo Mariano. Os três enveredaram pelo ramo da música.

201 anos de Edgar Allan Poe o maior poeta da história




Edgar Allan Poe (Boston, 19 de janeiro de 1809 – Baltimore, 7 de outubro de 1849) foi um escritor, poeta, romancista, crítico literário e editor estado-unidense[1].

Poe é considerado, juntamente com Jules Verne, um dos precursores da literatura de ficção científica e fantástica modernas. Algumas das suas novelas, como The Murders in the Rue Morgue (Os Crimes da Rua Morgue), The Purloined Letter (A Carta Roubada) e The Mystery of Marie Roget (O Mistério de Maria Roget), figuram entre as primeiras obras reconhecidas como policiais, e, de acordo com muitos, as suas obras marcam o início da verdadeira literatura norte-americana.

Edgar Allan Poe nasceu no seio de uma família escocesa-irlandesa, filho do ator David Poe Jr., que abandonou a família em 1810, e da atriz Elizabeth Arnold Hopkins Poe, que morreu após o nascimento de Rosalie, a irmã mais nova de Poe. em 1811. Depois da morte da mãe, Poe foi acolhido por Francis Allan e o seu marido John Allan, um mercador de tabaco bem sucedido de Richmond, que nunca o adotou legalmente, mas lhe deu o seu sobrenome (muitas vezes erroneamente escrito "Allen").

No dia 3 de Outubro de 1849, Poe foi encontrado nas ruas de Baltimore, com roupas que não eram as suas, em estado de delirium tremens, e levado para o Washington College Hospital, onde veio a morrer apenas quatro dias depois. Poe nunca conseguiu estabelecer um discurso suficientemente coerente, de modo a explicar como tinha chegado à situação na qual foi encontrado. As suas últimas palavras teriam sido, de acordo com determinadas fontes, «It's all over now: write Eddy is no more», em português, «Está tudo acabado: escrevam Eddy já não existe».

Nunca foram apuradas as causas precisas da morte de Poe, sendo bastante comum, apesar de incomprovada, a ideia de a causa do seu estado ter sido embriaguez. Por outro lado, muitas outras teorias têm sido propostas ao longo dos anos, de entre as quais: diabetes, sífilis, raiva, e doenças cerebrais raras.

67 anos da grande Janis Joplin




Janis nasceu na cidade de Port Arthur, Texas, nos Estados Unidos. Ela cresceu ouvindo músicos de blues, tais como Bessie Smith, Leadbelly e Big Mama Thornton e cantando no côro local. Joplin concluiu o curso secundário na Jefferson High School em Port Arthur no ano de 1960, e foi para a Universidade do Texas, na cidade de Austin, onde começou a cantar blues e folk com amigos.

Cultivando uma atitude rebelde, Joplin se vestia como os poetas da geração beat, mudou-se do Texas para San Francisco em 1963, morou em North Beach, e trabalhou como cantora folk. Por volta desta época seu uso de drogas começou a aumentar, incluindo a heroína. Janis sempre bebeu muito em toda a sua carreira, e sua preferida era a bebida Southern Comfort. O uso de drogas chegou a ser mais importante para ela do que cantar, e chegou a arruinar sua saúde.

Depois de retornar a Port Arthur para se recuperar, ela voltou para San Francisco em 1966, onde suas influências do blues a aproximaram do grupo Big Brother & The Holding Company, que estava ganhando algum destaque entre a nascente comunidade hippie em Haight-Ashbury. A banda assinou um contrato com o selo independente Mainstream Records e gravou um álbum em 1967. Entretanto, a falta de sucesso de seus primeiros singles fez com que o álbum fosse retido até seu sucesso posterior.

O destaque da banda foi no Festival Pop de Monterey, com uma versão da música "Ball and Chain" e os marcantes vocais de Janis. Seu álbum de 1968 Cheap Thrills fez o nome de Janis.

Ao sair da banda Big Brother, Janis formou um grupo chamado Kozmic Blues Band, que a acompanhou em I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama! (1969). O grupo se separou, e Joplin formou então o Full Tilt Boogie Band. O resultado foi o álbum Pearl (1971), lançado após sua morte, e que teve como destaque as músicas "Me and Bobby McGee" (de Kris Kristofferson), e "Mercedes-Benz", escrita pelo poeta beatnik Michael McClure.


Janis Joplin morreu de overdose de heroína em 4 de outubro de 1970, em Los Angeles, Califórnia, com apenas 27 anos. Foi cremada no cemitério-parque memorial de Westwood Village, em Westwood, Califórnia, e numa cerimônia, suas cinzas foram espalhadas pelo Oceano Pacífico.

O álbum Pearl foi lançado 6 meses após sua morte. O filme The Rose, com Bette Midler, baseou-se em sua vida.

Ela hoje é lembrada por sua voz forte e marcante, bastante distante das influências folk mais comuns em sua época, e também pelos temas de dor e perda que escolhia para suas músicas